Siga-nos twitter

http://agro.evnews.com.br/wp-content/themes/Martina/images/twitter.png

http://www.eugeniosvirtual.com/logoeugenios.png

Atlético-GO

René crê que boas atuações do Atlético-GO viraram tendência

E-mail Imprimir PDF

Após a boa goleada sobre o Vitória por 4 a 1, o técnico do Atletico-GO, René Simões, comentou sobre a arrancada conquistada pela equipe no Campeonato Brasileiro, que fez com que o Dragão deixasse a lanterna e visse a saída da zona de rebaixamento mais perto na virada do primeiro turno. Para o treinador, as boas atuações se tornaram comuns no clube.

"Uma coisa é tendência outra coisa e exceção. Hoje a gente pode dizer que a tendência do atlético é estar jogando bem sempre, porque a gente teve uma boa atuação nos últimos cinco jogos, isso já virou comum para nós e era isso que eu queria da equipe", analisou o comandante, que perdeu apenas um jogo dos últimos cinco.

Sobre o resultado elástico, René finalizou a sua teoria. "O resultado de 4 a 1, isso sim é uma exceção. O jogo não era um jogo pra ganhar de quatro, o Vitória teve uam produção boa, mas as circunstâncias acabaram nos favorecendo. Quero sempre que aconteça isso, fico feliz, mas eu sei que não foi a realidade. Por isso quero apenas que meu time seja sempre constante", completou.

René Simões comemora vitória e recuperação de artilheiros

E-mail Imprimir PDF

O técnico do Atlético-GO, René Simões, saiu satisfeito do gramado do Serra Dourada, após a vitória do seu clube sobre o Vitória por 4 a 1, que fez com que o time terminasse o primeiro turno a apenas três pontos de sair da zona de rebaixamento. Mas, para o treinador, mais importante ainda foi, mais uma vez, a boa atuação da dupla formada por Elias e Juninho.

"Fico muito feliz por essa volta dos dois. Eu não tenho muito papel na recuperação do Juninho, o mérito vai para o pessoal da fisioterapia que conseguiu deixá-lo apto a jogar. No caso do Elias, a saída foi tirar um pouco da pressão, porque é difícil jogar sempre perto da zona do rebaixamento. Agora ele está se divertindo", comentou.

René ainda falou sobre a opção de colocar o atacante apenas no segundo tempo. "Estou muito feliz de não ter colocado o Juninho desde o começo, porque ele dificilmente aguentaria o tempo todo. Ele deve levar talvez uns quatro a cinco jogos para poder voltar a atuar 90 minutos", completou.

Para o próprio atleta, a recuperação é uma resposta que ele estava devendo para a torcida goiana. "Eu sabia que eu tava devendo mas fico feliz de entrar aí e poder contribuir para a vitória e a recuperação da equipe. É uma resposta que eu queria dar para a torcida", afirmou o avante, que marcou três gols em três jogos desde sua volta de lesão.

Zagueiro do Atlético-GO teme São Paulo pressionado

E-mail Imprimir PDF

A pressão que está vivendo a equipe do São Paulo, com apenas 19 pontos ganhos no Campeonato Brasileiro, pode ajudar o tricolor a conquistar a vitória diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, às 21h, no Morumbi. Pelo menos é o que pensa o zagueiro Welton Felipe.

"É um jogo que vai ser muito difícil, o São Paulo está sendo muito cobrado, estão jogando no limite deles por querer resultado, por querer um objetivo maior", comentou o defensor, em entrevista à rádio 730, de Goiânia.

Em contrapartida, o jogador também acredita num bom trabalho dos goianos. "Nossa situação também é uma situação delicada. Mas a gente tem jogado bem, a gente tem feito bons jogos, tem conseguido bons resultados, acho que isso é um ponto positivo para a gente conseguir fazer um bom jogo", analisou.

Para a partida, o atleta volta após suspensão cumprida contra o Avaí. Além dele, outra novidade do técnico René Simões deve ser o meia Wesley.

Destaque do Atlético-GO, Elias foi dispensado pelo São Paulo em 2002

E-mail Imprimir PDF

Quinta-feira, 26 de agosto de 2010. O Palmeiras comemorava 96 anos de vida e a torcida sonhava com uma vitória sobre o lanterna Atlético-GO no Pacaembu para festejar. Porém, um canhoto de 26 anos acabou com a festa. Com três gols, Elias calou a galera alviverde e garantiu a vitória do Dragão por 3 a 0. (Reveja ao lado os gols)

Na próxima quinta-feira, o camisa 10 estará novamente na capital paulista. Desta vez, para enfrentar o São Paulo, no estádio do Morumbi. E o jogador poderia até estar em campo com a camisa tricolor, se não tivesse sido dispensado em 2002. Foi no time paulista que Elias começou o sonho de virar jogador de futebol. E o Cícero Pompeu de Toledo é motivo de muitas lembranças, afinal foi sua casa entre os anos de 2000 e 2002, já que dormia no alojamento do time juvenil.

Elias chegou ao São Paulo com 17 anos, vindo do desconhecido Tombense (MG), um time bancado por empresários locais. Em uma partida da Taça Belo Horizonte daquele ano, ele chamou a atenção do então técnico são-paulino Toinho. Foi contratado e veio para o time juvenil que treinava no CT de Guarapiranga.

- Me lembro quando cheguei era tudo uma novidade para mim. Mas você sabe como funciona as categorias de base, é muita gente e a renovação é muito grande. Cheguei a subir do juvenil para o júnior, mas nunca disputei uma Copa São Paulo. Em 2002, quando o Pita (ex-meia) assumiu a equipe, eu fui dispensado com outros jogadores e acabei parando no Bahia. É claro que eu queria ter continuado – lembrou o jogador.

Daquele time, Elias guarda a recordação de ter vivido com companheiros que conseguiram grande destaque no cenário nacional. Sincero, também deixa claro que não guarda mágoa do time do Morumbi.

- No mesmo time também tinha o Kléber (atacante, que hoje está no Palmeiras) e o Vágner Love, que poucos sabem, mas também foi dispensado pelo São Paulo. Outro que estava naquele time é o Paulo André (zagueiro do Corinthians). Não guardo mágoas porque futebol é assim mesmo. Às vezes você não dá certo em um time e dá certo em outro – lembrou o jogador.

Elias do Atlético-GOMeia é o maior destaque do Atlético-GO no
Campeonato Brasileiro
(Foto: Divulgação / Site Oficial)

Elias tornou-se profissional pelo Bahia e defendeu a equipe da Boa Terra por seis temporadas. Nesse período, saiu duas vezes por empréstimo para jogar em dois grandes do Rio de Janeiro: Vasco e Fluminense. Em ambas, fatores externos atrapalharam sua performance.

- No Vasco, cheguei em 2009 com um contrato de quatro meses de experiência. Tive uma conjuntivite que me deixou fora por um mês. Quando voltei, sofri um estiramento muscular na coxa direita e perdi mais um mês. Na volta, o contrato estava perto do final e não houve como continuar. No Fluminense, no início desse ano, vim por indicação do Cuca, que logo foi demitido. Acabei saindo e vim parar no Atlético-GO – lembrou.

Destaque do Dragão no Brasileiro, Elias quer voltar a brilhar em uma equipe grande do futebol brasileiro.

- Vou ficar aqui até o final do Campeonato Brasileiro. Surgiram algumas propostas, mas quero tirar o Atlético dessa situação. No ano que vem, espero finalmente ter a chance que escapou algumas vezes. Na vida, as coisas acontecem na hora certa. Agora é chegar a São Paulo e fazer uma grande partida. Temos condições de vencer. Estamos crescendo de produção. A chegada do Renê Simôes mudou nossa equipe. Nos últimos três jogos, empatamos fora com o Internacional, ganhamos do Palmeiras e empatamos com o Avaí. Temos de continuar nesse ritmo  – concluiu o maestro do time goiano.

Atlético-GO: conquista na base da ousadia

E-mail Imprimir PDF
Robston alertou para o perigo de enfrentar o Palmeias, no Pacaembu

Robston alertou para o perigo de enfrentar o Palmeias, no Pacaembu (Crédito: Carlos Costa)

LANCEPRESS!

A tarefa é difícil, mas o Atlético-GO conhece bem o adversário e quer buscar a vitória contra o Palmeiras, nesta quinta, no Pacaembu, As duas equipes se enfrentaram pela Copa do Brasil e o Dragão levou a melhor frente ao Palmeiras, em uma disputa de pênaltis incrível na partida do Serra Dourada.

Agora, o momento é diferente, mas os jogadores rubro-negros querem mostrar que podem surpreender, mesmo ocupando a lanterna da Série A.

Um dos destaques da equipe na temporada, o meia Robston diz que o time precisa ter bastante cuidado com o ataque adversário, mas que o objetivo também é sair para o jogo, já que a equipe quer dar a volta por cima. Por isso, Robston que usar o fator “pressão da torcida” a favor dos rubro-negros.

- Temos que tomar muito cuidado. O estádio vai estar lotado e os jogadores, empolgados. Temos que ficar atentos a tudo, focados em busca de um grande jogo. Temos que jogar e errar tentando buscar sempre o gol adversário - explicou o jogador.

Página 1 de 6