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Flamengo

Diogo contesta árbitro: "Ele vai ver a c... que fez"

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O atacante Diogo ficou inconformado com sua expulsão na partida contra o São Paulo, na noite desta quarta-feira, no Morumbi. O jogador recebeu o segundo cartão amarelo depois que o árbitro Alício Pena Júnior considerou uma simulação na área, mas o flamenguista alega ter sofrido pênalti.

"O Rodrigo Souto colocou a mão na minha cara, ele (árbitro) vai ver depois a c... que fez", desabafou o atleta, na saída do gramado do Morumbi.

Diogo recebeu seu primeiro cartão amarelo na partida ao cometer falta sobre Richarlyson. Poucos minutos depois, aos 39 do primeiro tempo, o atacante invadiu a área e caiu em disputa de bola com Souto, mas o árbitro observou irregularidade do jogador rubro-negro na jogada e o expulsou.

Assim como Diogo, o zagueiro Ronaldo Angelim também reclamou da decisão de Alício Pena Júnior no jogo. "O árbitro deveria seguir o mesmo critério, porque o Fernandão se jogou tentando uma falta e ele não deu amarelo", contestou.

No segundo tempo, o Flamengo ainda buscou a reação, mas não conseguiu evitar a derrota por 2 a 0, pelo Campeonato Brasileiro.

Zico nega negócios familiares na contratação de jogadores

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Através de uma longa e articulada mensagem postada em seu site oficial, o diretor de futebol do Flamengo, Zico, desmentiu a ligação entre seus familiares e a contratação de atletas na Gávea. O ex-jogador acusou "caluniadores" e "covardes" de plantarem informações inverídicas de que seus filhos teriam participação na chegada dos atacantes Cristian Borja e Val Baiano.

Segundo explicou Zico, a Eagle, empresa criada por seu filho Arthur Junior em sociedade com Alan Espinosa, não contribuiu nem tem participação na contratação de atletas do Flamengo. Há seis anos, quando foi idealizada, surgiu com o intuito de representar atletas - chegou a participar da chegada de Ramirez à Gávea, na época em que Zico era técnico da seleção japonesa.

Após a Copa de 2006, no entanto, o ex-jogador pediu para que abandonassem a atividade, já que isso poderia causar desconforto em sua recém-iniciada carreira de treinador. "A Eagle passou a trabalhar apenas com eventos como o Jogo das Estrelas", explicou o dirigente rubro-negro. Seu outro filho, Bruno, assumiu a administração do CFZ e amealhou um acordo com Flamengo, junto do então presidente Delair Dumbrosck.

Já Arthur Junior foi aos Estados Unidos para reunir uma equipe de profissionais e montar clínicas futebolísticas por todo o país. "Sobre Borja, Val, Leandro e tantos outros, o que digo é que tratei de todos os casos diretamente. Meu filho Bruno muitas vezes me ajuda a localizar este ou aquele jogador ou mesmo empresário porque conhece muitos atletas", esclareceu.

"Borja, por exemplo, foi uma sugestão de um empresário do sul chamado Machado, que mal conheço, aprovada pelo Rogerio (Lourenço, técnico) e seu auxiliar Marcelo Buarque. Vimos o DVD, um jogador jovem e barato e trouxemos como aposta. Não era para resolver os problemas. Val Baiano foi o segundo artilheiro do Brasileirão 2009 e tratei diretamente com o jogador, sem empresário. O mesmo caso do Leandro Amaral", continuou Zico.

O dirigente ainda garantiu que não se importaria em deixar o cargo diretivo caso sua idoneidade seja contestada nos bastidores do Flamengo. "Se quem dirige o clube entender que eu não devo mais administrar o futebol, eu saio. Não tenho apego ao cargo e jamais quero atrapalhar o Flamengo", afirmou o dirigente, pedindo o fim das especulações.

Zico cem dias à frente do Fla: 'É uma luta todos os dias'

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- É uma luta todos os dias. Foi com essa frase que Zico, o maior ídolo da História do Flamengo, resumiu ao "MAIS VENCER" como foram os seus primeiros cem dias à frente do futebol do Rubro-Negro. E desde aquele 1º de junho, a convite da presidente Patricia Amorim, os olhos do Brasil para o Flamengo passaram a ser vistos com mais respeito.

- Não tinha como não aceitar o convite de ajudar o Flamengo. Até pelas pessoas que têm no clube, por tudo o que o clube me proporcionou. É um desafio, é uma luta todos os dias e estamos trabalhar para dar toda a estrutura necessária ao clube. Só com trabalho as coisas acontecem - apontou o Galinho.

Zico chegava ao Flamengo com a missão de restruturar a Gávea, palco de muitas polêmicas, mas que, no momento, estavam abafadas com a conquista do hexacampeonato brasileiro. Semanas depois, teve de usar o mesmo jogo de cintura que tinha dentro dos campos para cuidar da crise envolvendo o goleiro Bruno, preso e investigado pelo desaparecimento da ex-amante Eliza Samudio.

- Aquele foi um momento muito complicado, mas que o Flamengo teve de superar. O clube maior que tudo e todos têm de estar cientes disso. Não pode arranhar a imagem do Flamengo. É preciso ser profissional sempre. Dentro e fora do campo - apontou.

ZICO DIZ QUE MÁ FASE VAI PASSAR

A prioridade do Flamengo sempre foi o futebol e com Zico não é diferente. Com esforço, o dirigente conseguiu reforçar o elenco com as chegadas dos atacantes Deivid e Diogo. Apesar da fase complicada do time, o Galinho acredita que tudo mudará em breve.

- Tem de mudar, né? É fase! O Flamengo, contra o Santos, por exemplo, esteve muito bem, merecia a vitória e infelizmente ela não veio. São coisas do futebol. Com trabalho as coisas vão aparecer e esse grupo está trabalhando muito para dar resultados à torcida - apontou.

Já sobre os reforços que ainda não deram muitas alegrias aos torcedores, Zico pediu tempo.

- Tem de ter paciência, pois são jogadores de qualidade. Val Baiano fez 18 gols no Brasileiro do ano passado - disse, sobre Leandro Amaral e Val Baiano, afastados pelo técnico Silas por questões técnicas.

"Mais Vencer": Como você avalia os seus primeiros cem dias à frente do Flamengo?

Zico: Isso eu prefiro que vocês e a torcida avaliem. É complicado para eu falar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todos os dias procuro fazer o máximo pelo Flamengo.

"Mais Vencer": De fora dá para ter a noção de como é trabalhar no futebol do Flamengo e conviver com tantos problemas?

Zico: Em qualquer clube grande do futebol brasileiro tem problema e aqui não podia ser diferente. São coisas que a gente pega pelo caminho e tem de resolver.

"Mais Vencer": E esse time? O torcedor pode ter esperança de dias melhores?

Zico: Claro que pode. Estamos trabalhando para isso. Os reforços chegaram e só está faltando a bola a entrar. Vai mudar no returno!

OS GOLAÇOS DO DIRIGENTE ZICO

 

Profissionalismo Desde a sua chegada Zico passou a cobrar mais profissionalismo e respeito à camisa do Flamengo. Até na crise envolvendo o goleiro Bruno o dirigente não deixou respingar no elenco, evitando uma crise ainda maior.
Contratações de impacto As chegadas dos atacantes Diogo e Deivid mostraram a força do Galinho nas contratações. Além disso, acertou as renovações de Maldonado e David, que tiveram papéis de destaque no Hexa.
Estrutura Zico entrou de sola no projeto para a finalização do CT do Ninho do Urubu. Nos próximos meses será lançada uma promoção para que o torcedor possa ajudar na finalização da nova casa do Mengão.


OS GOLS PERDIDOS PELO GALINHO

 

Emerson Sheik Mesmo com o jogador se oferecendo ao Flamengo pela imprensa, o Galinho não entrou em acordo financeiro com o atacante. O mesmo acabou acertando com o Fluminense e já marcou sete gols no Campeonato Brasileiro.
Val Baiano e Leandro Amaral Os atacantes não justificaram o investimento. Val Baiano já jogou oito partidas e não marcou nenhum gol. Já Leandro Amaral não jogava havia um ano e mesmo assim não foi feito um contrato de risco.
Demora nas decisões Além de ter demorado a demitir Rogério Lourenço, que não tinha bom relacionamento com alguns jogadores, demorou para repor as saídas do Império do Amor. Tanto que Deivid só estreou na última rodada do primeiro turno.

Rachão no Fla termina com gritos de "Time de Bambi"

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No dia em que se comemora a Independência do Brasil, os jogadores do Flamengo também deram seu "grito", só que bem distante do rio Ipiranga, como fez Dom Pedro em 1822. Foi na Gávea mesmo, durante o rachão desta terça-feira, véspera do jogo contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro da Série A.

Antes de a atividade começar e os dois times se dividirem em campo, Val Baiano já acirrava os ânimos. O atacante disse em tom zombeteiro para os companheiros: "hoje a gente vai ganhar deles (time sem colete) nem que seja na porrada. Vamos começar a ganhar do São Paulo já aqui".

Ele tinha presa ao braço uma faixa com a letra "T", e explicou que seria o "Tenente" e não o "Capitão" do time.

Dito e feito. A equipe de Val - reforçada por Diogo, Léo Moura, Ronaldo Angelim e outros jogadores - venceu o rachão. E adivinhe quem fez o último gol? O próprio Val Baiano. Ele, que ainda não balançou as redes nas oito partidas que fez pelo clube, mostrou que conta com o apoio dos demais jogadores. Todos foram ao encontro dele comemorar a vitória.

E antes de caprichar na pose para os fotógrafos e cinegrafistas, o time vencedor provocou o adversário, bradando a plenos pulmões: "time de Bambis! Time de Bambis!"

Lancepress!

Silas destaca evolução da equipe rubro-negra contra o Santos

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LANCEPRESS!

Em sua segunda partida no comando do Flamengo, a primeira com mando de campo, o técnico Silas conquistou o seu primeiro ponto. O empate com o Santos não foi comemorado, mas o comandante frisou a mudança de atitude da equipe que criou várias oportunidades de gol, principalmente no primeiro tempo quando se impôs.

– Essa situação do Flamengo na tabela gostaria de mudar com um passe de mágica, mas não tem como, só mesmo no dia-a-dia. Com essa atitude no jogo deste domingo, o torcedor sabe que será muito difícil a gente perder – analisou.

Para Silas, o time está melhorando, mas esbarra na falta de preparação de alguns atletas que chegaram agora ao time.

– Eu acho que foi bom, o espírito foi excelente e por enquanto eu sou refém dessa situação dos jogadores estarem entrando no time agora e sem entrosamento – disse.

Além disso, o treinador espera que os jogadores não sintam ansiedade pela vitória.

– Os jogadores precisam saber que jogar no Flamengo é céu ou inferno e não ficarem ansiosos – finalizou o treinador.

O Rubro-Negro volta a campo na próxima quarta-feira, contra o São Paulo, no Morumbi.

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